sábado, 8 de novembro de 2014

Cacau pode ajudar a reverter à perda de memória em idosos


Um estudo realizado pela Universidade de Columbia, Estados Unidos, afirma que o cacau pode atrasar ou até retardar a perda de memória em pessoas idosas. Os cientistas disseram que os antioxidantes que compõem os grãos de cacau podem chegar a dar às pessoas de 60 anos uma memória tão boa quanto à de pessoas de 30 ou 40 anos.
 Para realizar a pesquisa, os cientistas contaram com a colaboração de 37 pessoas com idades entre 50 e 69 anos, dividindo-as em dois grupos. O primeiro grupo passou a tomar diariamente uma bebida com uma cota de 900mg de antioxidantes enquanto o outro tomou a mistura com apenas 10mg. Três meses depois, o primeiro grupo mostrou um reconhecimento mais rápido e efetivo de padrões visuais, em relação ao segundo grupo, que teve um desempenho mais baixo.
“Se um participante tinha a memória de uma pessoa de 60 anos de idade no início do estudo, após três meses essa memória vira a de uma pessoa de 30 ou 40 anos de idade” disse o autor sênior do estudo, Scott Small. A pesquisa foi publicada pelo periódico científico “Nature Neuroscience”.
Vale lembrar que a bebida tomada pelos idosos voluntários foi especialmente preparada com grãos de cacau, ou seja: comer muito chocolate aleatoriamente não dá os mesmos resultados.
 A pesquisa foi importante por mostrar que mudanças alimentares pode evitar a perda de memória de indivíduos em idades avançadas. (CH)

Eletrocutado depois de tirar ‘selfie’ em torre de alta tensão


Um jovem chileno de 15 anos está internado em estado grave depois de ter ficado eletrocutado enquanto tirava uma ‘selfie’ numa torre de alta tensão, em Tiltil, a cerca de 60 km da capital do Chile. De acordo com as autoridades chilenas, o jovem teria dado entrada no hospital de Tiltil em estado grave depois de ter sido eletrocutado numa torre de alta tensão. Ao que as autoridades conseguiram apurar, o jovem estaria tentando tirar uma ‘selfie’.
Ao dar entrada no hospital, o jovem ainda por identificar terá ficado com 40% do corpo queimado e com quadro clínico instável. Segundo descrição do próprio, ele terá apoiado de forma acidental o braço em um cabo e recebeu a descarga elétrica. (Folha)

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Gasolina sobe 3% e diesel aumenta 5% nas refinarias


Depois de idas e vindas e de receber o aval do governo, a Petrobras finalmente anunciou o aumento dos combustíveis nas refinarias. A alta para a gasolina será de 3%. No caso do óleo diesel, o aumento será de 5%. Os reajustes entram em vigor a partir da zero hora desta sexta-feira (7). Agora é esperar qual será o real impacto nas bombas. O sindicato dos revendedores promete repassar tudo. Com isso, o valor médio do litro da gasolina deve passar de R$ 2,867 para R$ 2,95. Mas dependendo do posto e da região do estado, o preço pode ficar até perto de R$ 3,20.
O último aumento de preço dos combustíveis foi em 30 de novembro do ano passado. Na ocasião, a Petrobras anunciou aumento médio de 4% na gasolina e de 8% no diesel nas refinarias. A estatal tinha divulgado um comunicado afirmando que a orientação de seu Conselho de Administração era pela manutenção dos níveis de preços dos combustíveis.
“Até o momento, não há data ou percentual definidos para o reajuste no preço da gasolina e do diesel”, dizia a empresa. “A orientação do Conselho de Administração tem sido pela manutenção dos níveis de preços.”
Na terça (4), a presidente da Petrobras, Maria das Graças Foster, saiu-se com esta depois da reunião do Conselho: “aumento de combustíveis não se anuncia, pratica-se”. Pois é. Vão praticar. (E&N)

PETROLÃO: Doleiro diz que Gleisi recebeu R$ 1 milhão

O doleiro Alberto Youssef, preso pela Polícia Federal, disse em depoimento ao Ministério Público Federal que deu R$ 1 milhão à campanha que elegeu a senadora do PT, Gleisi Hoffmann (PR), em 2010.
Gleisi foi também chefe da Casa Civil no governo da presidente Dilma Rousseff entre junho de 2011, quando Antonio Palocci deixou o cargo, e fevereiro deste ano.
O ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa já havia citado em sua delação que a campanha de Gleisi recebera R$ 1 milhão.
Costa confirmou que uma anotação que havia num de seus cadernos apreendidos pela Polícia Federal ("P.B., 0.1") era uma referência cifrada a essa doação.
Ainda de acordo com Costa, P.B era Paulo Bernardo, marido de Gleisi.
Em 2010, quando foi feita a anotação pelo ex-diretor da Petrobras, Paulo Bernardo era o ministro do Planejamento do governo Lula. Em 2011, com a posse de Dilma Rousseff, assumiu a pasta das Comunicações.
As informações são do jornal Folha de S. Paulo.

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Trifil é condenada por forçar empregado a mostrar cueca em revista íntima

A empresa Itabuna Têxtil S.A., dona das marcas Trifil e Scala, foi condenada pela Terceira Turma do Tribunal Superior do Trabalho a pagar indenização de R$ 3 mil a um de seus auxiliares de produção por danos morais. A fabricante de calcinhas, sutiãs e meias, segundo a Justiça, submetia o trabalhador a revista íntima na qual era obrigado a exibir o cós da cueca a um vigilante. A condenação mudou a decisão do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 5ª Região (BA), para quem a revista não era dirigida unicamente ao trabalhador que se queixou. Por isso, não seria razão para que ele considerasse aquela situação vexatória. A informação foi publicada no site do Tribunal Superior do Trabalho (TST). Segundo afirmou o auxiliar de produção, os empregados eram forçados a mostrar as roupas íntimas, ainda que parcialmente. Era a forma da empresa saber se os trabalhadores estavam levando alguma peça da linha de produção. Para o funcionário, aquela revista íntima causava constrangimento diante dos demais colegas de trabalho e da sociedade, "que forma o convencimento de que os funcionários daquela fábrica não são dignos de confiança". A empresa alegou em sua defesa que a inspeção consistia na exibição do cós da cueca ou do calcinha, da alça do sutiã e das meias. Isso só era feito diante do vigilante e em local restrito, e de forma aleatória, por meio de sorteio eletrônico. Segundo a empresa, o procedimento era lícito e previsto no contrato de trabalho e no acordo coletivo de trabalho da categoria. Para o relator do recurso, ministro Mauricio Godinho Delgado, "a realização da inspeção pessoal pelo empregador configura inegável abuso no exercício do poder fiscalizatório". Ainda segundo o ministro, ainda que não houvesse contato físico na hora da inspeção, a revista implicava na exposição indevida da intimidade. (RBN)