quarta-feira, 3 de maio de 2023

Adolescentes morreram afogados durante 'batismo' de evangélicos em Minas

 

Dois adolescentes, de 12 e 13 anos, morreram afogados, após uma cerimônia de “batismo” de uma igreja evangélica, na represa Machado Mineiro, na zona rural de Ninheira, no extremo Norte de Minas, perto da divisa com a Bahia.  

Os corpos foram enterrados no cemitério municipal da cidade, no fim da tarde de segunda-feira 01/05), sob forte comoção.

O duplo afogamento aconteceu na tarde de domingo (30/04), no lago da represa construída no Rio Pardo, na comunidade de Nogueira, a 35 quilômetros da sede de Ninheira (10,35 mil habitantes). O município fica distante 787 quilômetros de Belo Horizonte.

As vítimas de afogamento em Ninnheira foram identificadas como Renan Felipe Souza Santos, de  13 anos e Isabella Soares Faria, de 12.

De acordo com uma testemunha ouvida pelo Estado de Minas, outras duas pessoas também se afogaram, mas sobreviveram.  A menina Isabella chegou a ser socorrida e levada para o Centro Municipal de Saúde de Ninheira. Porém, não resistiu, informou.

Ainda conforme a mesma fonte, um grupo de uma igreja evangélica deslocou até o lago de Machado Mineiro na manhã de domingo para o “batismo”  dos fiéis, um ritual religioso, que aconteceu em um local raso do reservatório.

A testemunha informou que, depois do batismo, os religiosos participavam de um churrasco, quando algumas pessoas resolveram entrar na barragem. Os dois adolescentes se deslocaram para a parte mais funda do lago e acabaram se afogando.

Outras pessoas que estavam no local, ao perceberem que Isabella e Renan estavam se afogando, se jogaram na água, tentando socorrê-los, mas não conseguiram o salvamento. Outras duas pessoas também  se afogaram, mas escaparam.

Os corpos de Renan e Isabella foram velados em uma igreja evangélica de Ninheira. Conforme uma testemunha, as mortes dos dois adolescentes causaram muita comoção na pequena cidade, na tarde de segunda-feira, durante o velório, vários estudantes -  colegas das vítimas -  ficaram chocados e precisaram de receber atendimento  médico. (MSN)

terça-feira, 2 de maio de 2023

Árbitro Anderson Brandão morre em acidente de moto na BR-420

 

O Esporte da Bahia de Luto. Morreu nesta terça-feira (02), o Arbitro Anderson Soares Brandão, vítima de um grave acidente de moto na BR-420, entre os municípios de Jaguaquara e Itaquara.

Anderson fez sua última arbitragem na cidade de Itiruçu no último domingo, dia 30, na partida entre Itaquara e Santa Inês pela Copa InterVale. Brandão era do quadro da Federação Baiana de Futebol e vinha sendo destaque nas atuações, além de um incentivador de novos árbitros. Anderson, era filho do Itiruçuense Aílton Brandão. (IO)

terça-feira, 18 de abril de 2023

Cantor sertanejo morre atropelado em rodovia.

 

Nesta semana, o Brasil perdeu o cantor sertanejo Matheus, que fazia dupla com Zé Henrique, morreu atropelado. Confira mais sobre o acidente, a vida pessoal e a carreira dele.

O acidente aconteceu na altura do quilômetro 125 da rodovia Dom Pedro 1º, em Valinhos, perto de Campinas, no interior de São Paulo. Foi na madrugada da última quarta-feira (29/03), mas o assunto só foi noticiado na quinta-feira (30/03).

Matheus voltava do Rio de Janeiro de carro, quando parou na rodovia para trocar de lugar na direção com o sogro. Foi neste momento que eles foram atingidos. O sogro dele foi levado para um hospital, mas faleceu pouco depois.

Já a Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (ADPESP) criticou o governador e lembrou que, mesmo com os 20%, os policiais civis paulistas permanecem entre os cinco piores salários do Brasil.

O atropelador, Homero Neto, tinha 36 anos e foi reprovado no teste do bafômetro, com 0,34 miligramas de álcool por litro de ar. Assim, ele foi preso em flagrante por homicídio e lesão corporal culposa.

Matheus era o nome artístico de Luiz Carlos da Penha. Ele tinha 43 anos. Já o seu sogro, Marcos William Ribera Vasque, tinha 61. Os dois foram sepultados em Ribeirão Preto, também no interior paulista, na última quinta-feira (30).

"É com o mais profundo pesar e imensa tristeza que comunicamos o falecimento de Matheus. Neste momento difícil e de dor, manifestamos os mais profundos sentimentos de pesar", postou o perfil oficial de Zé Henrique & Matheus no Instagram.

Além dos dois, o carro levava as respectivas esposas, bem como uma amiga da família. Elas, felizmente, estão bem e com saúde. Eles tinham ido até o Rio de Janeiro, que fica a cerca de sete horas de carro de Valinhos, para tirar passaporte. (MSN)

Ex-político e irmão são assassinados ao vivo em programa de TV

 

O ex-político indiano Atiq Ahmed e seu irmão foram assassinados ao vivo, durante a exibição de um programa de TV local no sábado (17/04).

O incidente ocorreu na na cidade de Prayagraj – também conhecida como Allahabad –, no norte da Índia.

Atiq Ahmed estava sob escolta policial e conversava com repórteres quando um indivíduo se aproximou e disparou a arma em sua cabeça.

Depois do ocorrido, três homens que se apresentavam como jornalistas foram presos. Poucos dias antes, o filho adolescente de Ahmed havia sido morto a tiros pela polícia.

Nos últimos 20 anos, Atiq Ahmed foi acusado de vários crimes, incluindo sequestro, assassinato e extorsão, sendo condenado à prisão perpétua no mês passado.

O ex-político já vinha relatando há algum tempo estar sofrendo ameaças de policiais. As imagens exibidas na televisão mostram Ahmed e seu irmão algemados, a caminho de um check-up médico em um hospital, pouco antes do ataque.

O vídeo capturou o momento em que Ahmed é questionado se ele compareceu ao funeral do filho. Ele respondeu: "Eles não nos levaram, então não fomos". É nesse momento que ele e o irmão são assassinados.

A polícia relatou que os três suspeitos chegaram de moto ao local, Um policial e um jornalista ficaram feridos.

Após o incidente, o ministro-chefe Yogi Adityanath ordenou uma investigação e proibiu grandes encontros públicos em Uttar Pradesh numa tentativa de restabelecer a tranquilidade.

Especialistas questionaram como o assassinato aconteceu diante da imprensa e da polícia. Anant Zanane, uma jornalista local, informou que a cidade agora está em uma espécie de lockdown.

Ahmed teve uma trajetória política turbulenta, marcada por seu envolvimento com crimes. Em 1979, ele foi acusado de assassinato pela primeira vez e, na década seguinte, consolidou sua influência na parte ocidental de Prayagraj.

Ele foi eleito como deputado estadual duas vezes consecutivas em 1989 como candidato independente, e em 2004, venceu uma eleição federal para deputado. No entanto, sua carreira política foi manchada por processos em Prayagraj e em outras partes do estado. Ele concorreu em mais eleições na década seguinte, mas perdeu todas.

Em 2019, um tribunal indiano ordenou sua transferência para uma prisão em Gujarat por supostamente planejar ataques contra um empresário enquanto estava detido em Uttar Pradesh, aguardando julgamento em outro caso.

Em março, Atiq Ahmed teve de comparecer a um tribunal local, onde recebeu sua sentença em um caso de sequestro. Ele também foi levado à cidade para ser interrogado em outros casos, juntamente com seu irmão Ashraf, que estava preso em Bareilly.

Ele e o irmão estavam sendo interrogados sobre o assassinato de uma testemunha em outro caso, que estava programada para depor sobre a morte de um político rival de Ashraf em 2005.

Asad, o filho adolescente de Ahmed, foi apontado como o principal suspeito no caso e foi morto pela polícia junto com outro homem uma semana antes.

Ahmed havia pedido à Suprema Corte da Índia proteção contra a polícia, alegando uma ameaça à sua vida, mas a petição foi rejeitada no mês passado.

Nos últimos seis anos, mais de 180 pessoas enfrentando várias acusações foram mortas pela polícia em Uttar Pradesh, levando a acusações de execuções extrajudiciais por ativistas de direitos humanos.

Muitos afirmam que os confrontos entre a polícia e os suspeitos são manipulados pelos oficiais e geralmente terminam com os criminosos mortos e os policiais ilesos. (MSN)




terça-feira, 11 de abril de 2023

Dalai Lama aparece beijando menino na boca e pedindo beijo na língua e gera revolta

 

A atitude do líder espiritual Dalai Lama que aparece em vídeo beijando criança na boca e também pedindo beijo na língua causa revolta e grande repercussão nas redes sociais. No vídeo líder espiritual aparece puxando o rosto de um menino para beijá-lo na boca. Segundo a agência de notícia Reuters, ele teria pedido ao garoto que chupasse a sua língua.

Em uma nota, o Dalai Lama, de 87 anos, chamou o ato de "inocente e brincalhão". O líder reconheceu a veracidade do vídeo, mas falou apenas em abraço. O comunicado afirmou ainda que o líder espiritual "muitas vezes provoca as pessoas que conhece de uma forma inocente e brincalhona, mesmo em público e diante das câmeras. Ele lamenta o incidente".

O repúdio também foi manifestado por vários famosos:

Na segunda-feira (10), Xuxa que o líder espiritual deveria ser preso. "Essa cena é umas das piores que eu como mãe, e criança que foi abusada pode ver: a de um abusador", diz na publicação em seu Instagram.

"As crianças não podem se defender, temos obrigação de gritar e falar por elas (prisão pra qualquer tipo de exploração sexual contra crianças e adolescentes… lugar de abusador é na cadeia, não importa quem seja... pra mim é um monstro)."

Juliana Paes fez uma crítica à idolatria. "Hoje a rede foi inundada com vídeos de um desses ídolos abusando de uma criança, sem qualquer pudor. Mais um 'grande líder religioso' que utiliza seu poder e sua influência para satisfazer seus desejos mais sórdidos", diz o texto.

"Não consigo entender sequer a tentativa de um “pedido de desculpas” depois de forçar que uma criança chupe a sua língua. Porque, pra isso, não tem desculpas. Não tem frase de efeito nem falsa bondade que apague esse ato nojento!"

Felipe Neto escreveu em seu Twitter:

"Horrorizado com as imagens de Dalai Lama pedindo para um menino de 8 anos "chupar sua língua" e ainda dando nele um beijo na boca. Repugnante, nojento, inaceitável. Isso é crime, não é "brincadeira". Não existe "pediu desculpas". E sim, vai ter mta gente optando pelo silêncio." 

O escritor português Valter Hugo Mãe postou a imagem de Dalai Lama com a legenda "não suporto isto. que tragédia. isto é uma tragédia. sem dalai. só lama, mesmo."

Marcos Mion falou sobre o assunto em um story. "Todos os líderes religiosos são seres humanos. Homens com todas as falhas que os homens têm", diz no texto. "Aproveite o que o seu líder religioso tem de bom, mas nunca se entregue cegamente ao que ele fala. Nenhum deles tem procuração pra falar por Deus."

Dani Suzuki escreveu no Instagram: "Não tenho religião, mas sou muito atenta a minha espiritualidade. Dalai Lama é uma forte liderança espiritual no Tibete, até mesmo para quem não é budista, e é visto como referência de sabedoria e paz; muitos ocidentais o veem inclusive como uma santidade. Não tem desculpas, não tem justificativas, não tem outra explicação para seu ato repulsivo e grave diante dessa criança e do mundo", diz no texto.

"Cada vez está mais claro o quanto é perigoso tratarmos outro ser humano com idolatria, como líder e guia de nossas ações e acima de tudo do BEM", continua.

"Não podemos normalizar atitudes desequilibradas, covardes e cruéis, especialmente quando se trata de crianças. É preciso defende-las. Buscar ser JUSTO e aprender a separar as coisas é preciso!!", escreve. (G1)