Os manifestantes Caio de Souza e Fábio Raposo, ambos de 23 anos, acusados da morte do cinegrafista Santiago Andrade, no dia 6 de fevereiro de 2014, durante um protesto na cidade do Rio de Janeiro, não irão mais responder por homicídio doloso e tiveram alvará de soltura concedido pela Justiça do Estado. A decisão acabou sendo publicada no início da tarde desta quarta-feira (18). Depois da desclassificação do processo, que acabou anulado, ele será redistribuído para uma das varas criminais comuns da Comarca da Capital. O MP deverá oferecer uma nova denúncia. Por dois votos contra um, a 8ª Câmara Criminal do Rio decidiu conceder o Habeas Corpus para a dupla e pela desclassificação da pena. Caio e Fábio foram presos 12 dias após o crime. "Por unanimidade de votos, rejeitaram as preliminares arguidas e, no mérito, por maioria, deram provimento aos recursos defensivos para desclassificar as condutas dos recorrentes, determinando a soltura dos mesmos com aplicação das medidas cautelares elencadas no voto do eminente desembargador Gilmar Teixeira, designado para o acórdão, devendo os alvarás de soltura serem expedidos pelo juízo de primeiro grau", diz a decisão da 8ª Câmara Criminal. Os dois manifestantes respondiam por homicídio triplamente qualificado: por motivo torpe, com uso de explosivo, e mediante recurso que impede a defesa da vítima. (JB)
Cidades como São Paulo, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e Porto Alegre já regulamentaram ou estão em processo de regulamentação do negócio, que por sinal atrai cada vez mais empreendedores e usuários. Sandro Régis ponderou sobre a necessidade de se regulamentar a comida de rua, dando maior segurança aos consumidores, principalmente na questão da higienização e acondicionamentos dos alimentos.Ele aponta ainda a contribuição que o negócio pode trazer para o aumento da arrecadação municipal e estadual, além do melhor uso do espaço público.
Entusiasmados com a possibilidade regulamentação do setor, os representantes da Associação de Foods Trucks e Comidas de Rua da Bahia (Food na Rua), Gabriel Lobo de Souza, presidente da entidade e Alessandra Hattori, vice-presidente, fizeram questão de cumprimentar o deputado Sandro Régis pelo projeto. "Não somos concorrentes de bares e restaurantes, ao contrário, somos reforço e alternativa em locais pouco servidos", disseram. Eles informaram que pesquisas recentes indicam que 65% da população brasileira come fora de casa, sendo que desse total, metade pertence à classe C. "São pessoas buscando, preço, qualidade e rapidez", frisaram. (JC)
