sábado, 30 de maio de 2020

Prefeito Kaká de Wenceslau Guimarães testa positivo para Covid-19. Veja o vídeo!


No início da noite deste sábado 30/05, a população de Wenceslau Guimarães foi surpreendida através das redes sociais com a notícia de que seu Prefeito Carlos Alberto Liotério, popularmente conhecido por Kaká testou positivo para Covid-19.
O jovem líder, havia se manifestado na manhã do dia 28/05 também através de vídeo comunicando que desde o último domingo começou a apresentar alguns sintomas, mas, que se sentia bem.
No vídeo mais recente, Kaká nitidamente emocionado, afirma ter recebido o resultado do teste do LACEN. Informou ainda que se encontra em total isolamento desde a última segunda-feira, seguindo as recomendações médicas indicadas.
Kaká afirma ainda está passando muito bem, e em tempo, agradeceu pelo imenso carinho através de mensagens e orações que vem recebendo de familiares, amigos e principalmente de toda população wenceslauense, Veja tb o vídeo anterior:


sexta-feira, 29 de maio de 2020

Confirmado! 24 casos de COVID-19 em Gandu.

Novo caso confirmado de Covid-19 em SP está em isolamento ...

Com nova atualização realizada por parte Prefeitura de Gandu, nesta sexta (29/05), foram confirmados 24 casos do novo coronavírus. 

Conforme a secretaria da Saúde, mais 8 casos foram confirmados no município. Cinco, confirmados por resultados do Lacen e três, por testes rápidos. Tratam-se de três profissionais da saúde, duas, por contaminação comunitária e mais três diagnosticados através de teste rápido, também por contaminação comunitária.

A Prefeitura informou que vai intensificar ainda mais o processo de desinfecção e higienização do hospital e postos de saúde. Além disso, todos os profissionais da saúde e da unidade hospitalar serão submetidos a testes.

Ainda segundo a Prefeitura, todas as unidades de saúde estão sendo higienizadas e desinfectadas periodicamente, e que todos os protocolos recomendados pela OMS (Organização Mundial de Saúde) estão sendo seguidos. (SB)

quinta-feira, 28 de maio de 2020

Com vetos, Bolsonaro sanciona projeto de socorro financeiro a estados e municípios

Com vetos, Bolsonaro sanciona projeto de socorro financeiro a estados e municípios

O presidente Jair Bolsonaro sancionou nesta quinta-feira (28) o projeto que prevê ajuda financeira a estados e municípios. O texfo foi publicado no "Diário Oficial da União.

Bolsonaro acolheu os vetos sugeridos pela equipe econômica do governo. Ele barrou um trecho que abria exceções sobre o congelamento do salário de servidores e outro que permitia a suspensão do pagamento das dívidas com bancos e organismos internacionais.

O projeto também prevê a suspensão de dívidas de estados e municípios com a União, inclusive os débitos previdenciários parcelados pelas prefeituras e que venceriam neste ano.

O socorro acontece em meio aos impactos causados por conta da pandemia do novo coronavírus. Com isso, serão transferido R$ 60 bilhões, divididos em quatro parcelas mensais. Desta cifra, R$ 50 bilhões serão uma compensação pela queda de arrecadação (R$ 30 bilhões para estados e DF; R$ 20 bilhões para municípios) e R$ 10 bilhões para ações de saúde e assistência social (R$ 7 bilhões para estados e DF; R$ 3 bilhões para municípios). (BN)

Em reação ao STF coordenada por Bolsonaro, ministro da Justiça pede habeas corpus a Weintraub

Moraes dá 5 dias para Weintraub explicar fala sobre ministros do ...

Por Ricardo Brito
BRASÍLIA (Reuters) - O ministro da Justiça e Segurança Pública, André Mendonça, entrou no Supremo Tribunal Federal (STF) com um habeas corpus para suspender imediatamente o depoimento do ministro da Educação, Abraham Weintraub, determinado pelo ministro da corte Alexandre de Moraes no âmbito do inquérito das chamadas fake news.
Essa é a primeira reação concreta do governo Jair Bolsonaro ao Supremo após a operação da Polícia Federal, realizada na quarta-feira pela manhã por determinação de Moraes, que teve como alvo aliados e apoiadores do presidente, em mais um lance na escalada de tensão entre os dois Poderes.
A decisão de entrar com o habeas corpus foi tomada em reunião na noite de quarta coordenada por Bolsonaro, disse à Reuters uma fonte com conhecimento das articulações. "A ideia é mesmo mostrar um posicionamento ao STF em virtude da sequência de abusos que vêm sendo cometidos", destacou.
Na terça, Moraes havia ordenado à Polícia Federal que interrogasse Weintraub em cinco dias por ele ter afirmado, em reunião ministerial de 22 de abril, que botaria "esses vagabundos todos na cadeia", começando pelo STF.
A fala do titular da Educação foi revelada no vídeo da reunião divulgado por ordem de outro ministro do Supremo, Celso de Mello, no curso do inquérito que apura se Bolsonaro tentou interferir no comando da Polícia Federal, como acusou o ex-ministro da Justiça Sergio Moro. Alexandre de Moraes e Celso de Mello viraram os dois principais alvos de queixas de interferência no governo por parte de aliados do presidente.
Na noite de quarta-feira, Bolsonaro usou suas redes sociais para protestar contra a atuação de Moraes. Disse que ver "cidadãos de bem terem seus lares invadidos, por exercerem seu direito à liberdade de expressão, é um sinal que algo de muito grave está acontecendo com nossa democracia".
"Estamos trabalhando para que se faça valer o direito à livre expressão em nosso país. Nenhuma violação desse princípio deve ser aceita passivamente!", afirmou, posteriormente. 
No habeas corpus, que foi anunciado pelo Twitter já na madrugada desta quinta, Mendonça argumentou que, ainda que em tom crítico, as manifestações da reunião decorrem "pura e simplesmente do exercício da liberdade de expressão", assegurada pela Constituição.
"Qualquer confusão que se trace entre a disseminação de notícias falsas, ou 'fake news', com o pleno exercício do direito de opinião e liberdade de expressão pode resvalar em censura inconstitucional", criticou ele, ex-advogado-geral da União deslocado para a cadeira da Justiça após a saída de Moro.
Mendonça disse que o habeas corpus é "resultado de uma sequência de fatos que, do ponto de vista constitucional, representam a quebra da independência, harmonia e respeito entre os Poderes desejada por todos" e cita cinco fatos, dentre eles: a divulgação "desproporcional" do vídeo da reunião com fatos indo além da apuração; a convocação de Weintraub para depor; e a operação de busca e apreensão contra apoiadores do presidente.
No recurso, o ministro da Justiça cita vícios do inquérito das fake news, como o fato de ele ter sido instaurado e conduzido pelo "órgão julgador" sem a supervisão do Ministério Público, citando que tanto a ex-procuradora-geral da República Raquel Dodge quanto o atual ocupante do cargo, Augusto Aras, pediram o seu arquivamento.
Mendonça pede, além de uma liminar para suspender o depoimento de Weintraub, a exclusão ou o trancamento do inquérito referente a ele. Em caso de rejeição, ele quer que seja reconhecido que o ministro da Educação é investigado, não testemunha, sendo assim assegurado a ele os direitos de ser interrogado apenas ao fim da investigação; depor ou se pronunciar, se quiser, inclusive com direito a se manifestar por escrito.
"Por questão de isonomia e coerência, a extensão dos pedidos a todos aqueles que tenham sido objeto de diligências e constrições no âmbito do inquérito cujo trancamento é aqui demandado", concluiu o ministro, em último pedido. (Reuters)

segunda-feira, 25 de maio de 2020

Centrão entra no Ministério da Saúde e militares devem ganhar mais 20 cargos

Com saída de Teich, general Pazuello assume interinamente comando ...

BRASÍLIA - Com o general Eduardo Pazuello como ministro interino desde a saída de Nelson Teich, o Ministério da Saúde deve receber mais 20 militares em cargos estratégicos nos próximos dias, que se somarão a outros 20 já nomeados na pasta. O Centrão também deve receber uma fatia do ministério. Líderes do Progressistas (antigo PP) e do PL chegaram a um acordo para indicar o médico Marcelo Campos Oliveira como secretário de Atenção Especializada à Saúde (Saes). O nome ainda não foi publicado no Diário Oficial da União, mas foi negociado pelos partidos diretamente com o Palácio do Planalto.
A secretaria é cobiçada por liberar recursos para custeio de leitos em hospitais de todo o País. Durante a pandemia, já autorizou bancar R$ 911,4 milhões para o funcionamento, por 90 dias, de 6.344 quartos de UTI específicos para a covid-19.
Oliveira é diretor de área subordinada à Saes desde fevereiro de 2019. O cargo de secretário ficou vago no último dia 13, quando foi demitido o administrador de empresas Francisco de Assis Figueiredo foi demitido, indicado do PP ainda no governo do ex-presidente Michel Temer (MDB).
Sob pressão de aliados e após sofrer sucessivas derrotas políticas, o presidente Jair Bolsonaro começou a distribuir cargos aos partidos do bloco informal formado por, além de PL e Progressistas, Republicanos, PTB, Solidariedade, DEM e PSD em troca de votos no Congresso, ressuscitando o “toma lá, dá cá”.
O ex-ministro Teich chegou a convidar Mauro Junqueira para ocupar a secretaria. Ele é ex-presidente do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems). A negociação se encerrou quando líderes do Centrão pediram o cargo.
Também na gestão Teich, o PL negociou, mas desistiu depois, o comando da Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS), pasta estratégica para formular ações sobre o avanço da covid-19 no Brasil, como orientações de distanciamento social. A ala militar teria pedido para preservar o posto de indicação de partidos. O epidemiologista Wanderson Oliveira informou no sábado, 23, que deixará o comando da SVS. Ele já havia pedido desligamento no fim da gestão de Luiz Henrique Mandetta (DEM). (MSN)