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Depois de reformar o ensino médio e lançar um programa para expandir o número de matrículas em tempo integral nesse ciclo da educação básica, a gestão do ex-presidente Michel Temer conseguiu aumentar em 41,8% o número de estudantes que passam sete horas por dia na escola. Entretanto, não bateu a meta que ela mesma se impôs: em 2018, segundo dados do Censo Escolar divulgado nesta quinta-feira (31), as matrículas no ensino integral representavam 9,5% do total de estudantes matriculados no ensino médio. A expectativa é que chegassem até 13% no fim do ano passado.
Dados da Diretoria de Estatísticas Educacionais (Deed) do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) mostram que o Brasil tem visto aumentar ano a ano a participação das matrículas do ensino médio que são em tempo integral.
Eles indicam, também, que desde 2016 esse aumento aconteceu em um ritmo mais acelerado, ao mesmo tempo em que o número absoluto de matrículas do ensino médio caiu. Em 2016, o Brasil tinha 8,1 milhões de estudantes de ensino médio, e 518 mil passavam sete horas por dia na escola. Já em 2018, essa quantidade subiu para 735 mil, mas o total de matrículas do ensino médio havia recuado 5,2%, para 7,7 milhões.
O secretário-executivo Luiz Antônio Tozi explica que a queda das matrículas no ensino médio é um 'reflexo' do que ocorre no fundamental.
"Ele [estudante] vem carregando deficiências que o professor vem tentando trabalhar com ele, mas naquele instante o modelo quebra, e na mudança ele sofre o impacto e perde o esteio”, afirma Luiz sobre a transição entre o fundamental I e II, quando muitas vezes a responsabilidade da escola passa do município para o Estado. (G1)
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